Este é o link do meu livro: Sol Mar Mel, Fragmentos da Vida no CREATESPACE. Você ja pode comprá-lo. Também no AMAZON.COM,BR e no KINDLE (leitor eletrônico) Lembrando que no AMAZON e no KINDLE está disponível em todos os países. http://www.amazon.com/Sol-Mar-Fragmentos-Vida-Portuguese/dp/1508621047/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1424972270&sr=1-1&keywords=Sol+Mar+Mel+Fragmentos+da+Vida


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

UM ESTRANHO EM MINHA MENTE

Alguns dias depois que escrevi sobre o lago, fui procurado por um senhor de cabelos brancos. Ele me disse que gostou do que escrevi numa dessas redes sociais sobre um evento que aconteceu num lago congelado. Era sobre a obsessão de uma pessoa para se tornar um artista famoso. O que escrevi sobre o lago: Tento de todas as maneiras me tornar um artista famoso. Algo dentro de mim pede o tempo todo que eu me torne um artista. Coisas estranhas já me aconteceram. As lembranças de um lago congelado não me deixa em paz. Sonho com esse lago o tempo todo. Muitas vezes tenho lembranças desse acontecimento. Algumas vezes sao apenas sonhos outras... Lembrancas. Passo mal e fico sem ar. Vejo em meus sonhos e nas minhas lembranças: Vejo um artista dentro de um lago congelado. Uma espessa camada de gelo o impede emergir. O jovem artista está preso dentro do lago e não consegue sair. Ele procura uma saída... Bate forte na grossa camada de gelo e não consegue sair do fundo daquele lago congelado! La de dentro ele consegue ver pessoas andando sob o gelo acima dele. Ele grita! Grita e ninguém consegue vê-lo! Um nome esta presente nesse acontecimento, Fred. Alguém gritando Fred! Fred! Posso quase ter certeza que ouço esse nome martelando em minha mente o tempo todo! Não conheço ninguém com esse nome. Interpreto esses sonhos, memórias, como... Um artista querendo um lugar ao sol. Um artista querendo ser famoso! Sair no fundo do lago, significa sair do anonimato. Ao mesmo tempo... Acho que minha mente cria tudo isso.
O senhor de cabelos brancos é uma pessoa muito importante de uma das principais emissoras de TV do pais. Através dele... Cheguei onde estou. Sou famoso. Sou ator e roteirista e estou me preparando para ser colaborador em algumas series para TV.
Minha gaiola de ouro... Minha mansão.... Minha esposa linda.... Tenho tudo que sempre sonhei. Estou feliz?.... Estou. Sempre pertenci a esse mundo. Na minha mente... O tempo que vivi no anonimato foi uma aventura. Meu mundo sempre foi esse. Tudo isso estava presente em minha mente o tempo todo. Lembro a primeira vez que entrei num estúdio. Tudo era familiar para mim. Eu reconhecia tudo a minha volta. Era como se eu tivesse... Freqüentado aquele lugar. Os profissionais a minha volta ficavam admirados como eu entendia de quase tudo! Me sentia em casa! Sr Jose, O senhor de cabelos brancos, estava sempre me observando e me admirando. Sentia que a minha presença fazia bem a ele. Talvez eu lembrasse alguém importante em sua vida. Achava estranho ter me ajudado, mas eu acreditava no meu talento. Sr Jose sempre me convidava para sairmos... Ele adorava falar da sua amada. Sempre vinha com fotos dela e as vezes de maneira insistente me mostrava. Não entendia porque aquele senhor sempre me mostrava fotos da sua esposa. Algo enigmático em seus gestos me deixava pensativo. Havia algo que ele parecia esconder. Eu pensava: Sei la, pode ser apenas imaginação minha, afinal, eu tinha imaginação muito fértil. Rsrs Por isso era roteirista! Rsrssrs
Naquela semana eu tinha uma folga de uns 3 dias. Ele me convidou para irmos ao Jardim Botânico. Disse que sua esposa iria e estava ansiosa para me conhecer. Pontualmente eles chegaram em frente ao portão principal. A esposa dele me cumprimentou e... Estranho, ela, me abraçou tão forte.... Tão forte.... Parecia não querer me largar. Discretamente, Sr Jose fez um gesto a ela reprovando sua atitude. Eu fingi que não vi. Os olhos dela lacrimejavam. Houve um instante de silencio até que Sr Jose, nos apressou para entrarmos. Ela não se conteve, segurou minha mão. Não me importei, eu adoro pessoas idosas. Ainda vi Sr Jose balançando a cabeça reprovando mais uma vez o gesto da sua amada. Ela balançou os ombros como que não estava nem ai para sua censura. Ela era tão fofa... Dava vontade de pegar em suas bochechas. Rsrs Passeamos.... E em uma sorveteria, ela decide que deveríamos tomar um sorvete. Ela já foi logo dizendo: O seu é de coco-queimado, certo? Eu disse sim. Fiquei indagando com meus pensamentos: como ela sabia que gosto de sorvete de coco-queimado?
Fiquei observando os dois. .................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Escrito por Heliomar Melo


(historia fictícia qualquer semelhança é mera coincidência. As cenas onde o fantasma tenta ocupar o corpo do rapaz... Tenho quase certeza que eram verdadeiras. Aconteceu comigo em Londres. Narrei elas no post: EU E MEU FANTASMINHA QUERIDO; SOBRENATURAL ACONTECEU EM HACKNEY; ESTAÇÃO DE FANTASMAS. )

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ORQUÍDEAS E LÍRIOS DO CAMPO

Sinto um vazio dentro do meu peito... Por mais que eu tente... Ainda não consigo acreditar no que aconteceu comigo. Ainda bem que meus fantasmas estão aqui. Engraçado, eu que nunca acreditei no sobrenatural... Agora vejo quase que nitidamente meus 3 fantasmas protetores. Graças a eles fui salva, salva de terminar como esse moribundo deitado nesse leito a minha frente. Tento me despir de todo rancor que sinto... Mas não sei se conseguirei. Meu coração está cheio de ódio. Esse homem que está morrendo a minha frente... Está levando parte de mim junto com ele. Sinto que parte de mim também está morrendo. O meu amor por ele era tão imenso... Como pude acreditar nele? Porque ficamos cegos com o amor? Como não consegui perceber toda a trama orquestrada por esse moribundo? Olho para esse infeliz com lágrimas falsas... E não imagino que “ isso”, foi um ser humano algum dia. Tenho vontade de arrancar meu coração por ter me enganado! Fui iludida! Como dói! Como dói a dor da traição! Não sei se terei forças para continuar a viver.
O que me conforta é a presença dos meus fantasmas protetores. Sinto a presença deles e quase posso vê-los nesse momento tão doloroso da minha vida. Nem acredito que já tive muito medo desses fantasmas. Lembro a primeira vez que os vi. Isso foi há 3 anos atrás. Os vi dessa maneira: Próximo a entrada da minha casa, eles estavam sempre em pé. Todos de Túnica branca. Eram 3 fantasmas descalços. Dois senhores e uma senhora. Não os via claramente. Via reflexos rápidos. Vi na primeira vez que seguravam flores. Senti muito medo na época. Não entendia porque eles apareciam para mim. As aparições continuaram, agora podia ouvir um sussurro lento. Uma palavra e... Em seguida... Orquídeas e os lírios do campo. Não conseguia entender a primeira palavra. Tudo era tão rápido... O medo tomava conta de mim... Acabava sempre esquecendo dessas aparições. Eu estava num momento tão maravilhoso da minha vida que não dei muita atenção à essas coisas. Eu estava muito feliz. Havia encontrado meu grande amor! Meu Deus, como eu estava feliz!
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(história fictícia, qualquer semelhança é mera coincidência.// Obs.: Tem alguns conflitos com passado e presente. Tenho pressa em publicar. Farei correções depois.)

Escrito por Heliomar Melo

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O PÉ DE AMORA

O mar de Copacabana está lindo hoje. Águas tão azuis... O céu está mais azul que o normal. Gaivotas voam para la e para Ca. Algumas vieram em direção a minha janela. Pensei que fossem entrar. (Rsrs) Fizeram uma manobra radical, peguei carona e acompanhei o bando de gaivotas. Minha mente acompanhou o bando de gaivotas como que me levando a um passado nebuloso do qual eu queria esquecer.
Eu era apenas uma menina como outra qualquer. Meu rosto era de um anjo. Minha voz era meiga... Lembro muito bem que por onde eu passava... Eu despertava a atenção de todos. Eu era linda... Meu rosto era delicado. Parecia o rosto de uma boneca de porcelana. E por falar em bonecas... Ahh... Eu era fascinada por bonecas! Bonecas grandes! Eu sonhava com bonecas com freqüência. Queria tanto uma boneca grande de porcelana...
Eu adorava subir no pé de amora. Passava horas la em cima comendo amoras. Comendo amoras com lágrimas. As amoras ficavam com gosto diferentes com lágrimas. Chorava... Cantava... Cantava muito. Enquanto cantava, Balançava os galhos e fazia uma espécie de balanço. Sentia o vento nos meus cabelos encaracolados. Ficava imaginando meus cabelos longos. Imaginava que eu seria uma mulher linda de cabelos compridos... Em cima daquela árvore eu me sentia uma menina livre! Feliz! Eram apenas eu, o pé de amora e o vento. O pé de amora era um dos meus refúgios. Eu adorava e odiava o pé de amora.
Certa vez, minha mãe me pegou brincando com a boneca da filha da vizinha. Ela me agarrou pelo pulso e me arrastou até nossa casa, foi direto para o fundo do quintal, pegou um galho de amora. Me bateu. Bateu até o galho se desfazer por completo. Não satisfeita, ela me arrastou de novo até o pé de amora. Retirou um novo galho e começou novamente a tortura. Eu tentava desviar do chicote, mas ela era forte. Seu pé prendia meu pescoço. Além das chicotadas, eu ainda ficava sem respirar. Ficava sufocada! Eu gritava por socorro, ninguém aparecia! Os vizinhos não queriam se indispor com minha mãe. Apenas uma vizinha se intrometia, mas ela não estava naquele dia. Ninguém aparecia para fazer minha mãe parar com aquela tortura.
Eu era apenas uma criança. Não sabia exatamente porque estava apanhando. Não entendia a fúria da minha mãe. Eu apenas estava brincando com uma boneca! Não fiz mal a ninguém! Porque minha mãe me batia? Meu irmão é quem cuidava dos meus ferimentos. Ele colocava água com sal. Ardia muito! Não entendia porque essa maldade com uma criança inocente e indefesa...
Aos 9 anos começaram os pesadelos. Sonhos perturbadores. Sonhava constantemente com uma igreja... Uma capela... Casas em miniatura. Na verdade parecia uma cidade em miniatura. Também via a imagem de um homem e de uma mulher. E a frase? Via uma frase: Estaremos unidos para sempre. Muitas noites mal dormidas. Também não entendia o porquê desses sonhos. Aliás, não entendia um monte de coisas.
Eu passava horas em frente ao espelho. O espelho era o meu outro refúgio. Meu espelho mágico me permitia viajar para um mundo de paz e harmonia. Eu u ficava horas em frente ao espelho admirando minha beleza. E minha mãe.... O tempo todo de implicância! Ela dizia: Saia da frente desse espelho! Va procurar o que fazer! Ela não dava sossego.
Com o passar do tempo... Eu estava intrigada. Havia algo errado comigo. Eu Ja estava no início da adolescência. Algo em meu... Espelho mágico não estava certo. A imagem que eu via no espelho não era a minha! Eu estava tão confusa... Procurei umas amigas, e elas confirmaram as minhas suspeitas. Disseram que eu não era uma menina! Sabiam o tempo todo, mas não se importavam com isso! Elas gostavam de brincar comigo. A partir daí, passava mais tempo em cima do pé de amoras chorando e comendo amoras. Eu não me conformava! Eu agora percebia que eu não era uma menina e sim um menino! Mas como eu poderia um menino? Não fazia sentido! Eu me sentia menina! Lembro que eu ia para frente do espelho e repetia: Eu sou uma menina! Eu sou uma menina! Eu sou uma menina! Mas como eu podia explicar detalhes masculinos eu meu corpo? Não entendia aquilo! Minha alma de menina estava presa num corpo que não era o meu! Agora eu entendia porque minha mãe me batia tanto! Agora eu entendia porque não podia brincar com bonecas! Meninos não brincam com bonecas!
Eu tentava esconder o detalhe que tanto me envergonhava. Tentava disfarçar minha genitália masculina. Aquilo era como uma maldição! Fiquei revoltada. A partir daquele momento eu afirmava a todos que era uma menina! Os insultos vinham de todas as partes!
............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Os pesadelos não paravam. Eu estava confusa e triste. Com mais freqüência eu tinha os sonhos intrigantes. O mesmo sonia, qualquer semelhança é mera coincidência. Reforço aqui todo meu respeito e carinho por todos os transexuais e travestis.// Obs.: Alguns erros de concordância são propositais.Quero que a estória pareça uma conversa com o leitor. )

Escrita por Heliomar Melo

sábado, 3 de setembro de 2011

RESQUÍCIOS DE OUTRAS VIDAS

Setembro 2010, Tottenham Court Road,rua do centro de Londres/Inglaterra. Andando em direção... Deparei com uma cena estranha. Eles estavam todos de cabeça baixa! Eram centenas deles! Todos estavam como que... Congelados! Estavam na me .................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. (Obs.: A cena dos pombos é verdadeira. Fiquei impressionado de ver os pombos na mesma posição.Todos de cabeça baixa na mesma praça que citei. Vi mistério nessa cena. / Criei essa estória a partir do meu post onde narrei essa cena. / Pessoal, eu escrevo fantasia. O titulo do blog propõe, fantasia. Quem gosta de fantasia... Seja bem vindo. Quem não gosta... Não acho que meu blog seja leitura indicada. // Tive altos picos nas estatisticas no Brasil. Meu blog comeca a ter notoriedade.Obrigado Brasil! Tento escrever para adolescentes e adultos./ Mico na web? I dont care! Continuarei escrevendo. Acredito em mim e no meu potencial.)

Escrito por Heliomar Melo

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O HOMEM DE BARRO

Arpoador, Rio de Janeiro Brasil. Sentado no calçadão da Pedra do Arpoador, eu admirava um morro com aparência quadrada. Incrível! Como um morro pode ser quadrado? Os raios dourados do sol tornava ainda mais encantadora aquela vista. Podia ver um pouco a minha direita o Cristo, O corcovado. Como é lindo... Atrás, a minha esquerda, a Pedra do Arpoador, uma imensa plataforma plana! Até parece que a qualquer momento um disco voador vai aterrizar naquela gigantesta pedra plana.
Em sintonia com aquelas pessoas que também admiravam a mesma vista... Meus pensamentos foram para uns dias no passado. Lembrei que estava andando pela av Presidente Vargas (Rio de Janeiro), passava exatamente na frente do Sambódromo. Quase podia ouvir a alegria dos maravilhosos desfiles das escolas de samba. Andei mais adiante, embaixo de uma passarela... Vi um... Algo... Algo coberto com um cobertor velho. Estava frio. Achei aquilo estranho. Olhei melhor e pude ver os pés de alguém. Sim! O/> ...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Pouco tempo depois... O
( Obs.:Impossível as várias espécies de hominídeos estarem juntos ao mesmo tempo. Elas eram separadas por “milhões” de anos . Impossível essa historia.)

Escrito por Heliomar Melo

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O OLHAR DOS OLHOS MEUS

De repente comecei a ver vultos. Vultos de algo que eu não sabia definir. No principio não dei muita atenção. Achei que fosse apenas algo nos meus olhos. Uma poeira... Alguma irritação...
Já no terceiro dia... Via com clareza os olhos azuis de uma mulher. Os olhos se destacavam! Foi como um flash! O semblante de uma mulher loira. Mas não conseguia enxergar com definição aquele rosto. Apenas os olhos de um azul intenso eu conseguia ver.
Com o passar dos dias... Foi intensificando. Via aquele vulto... Aquela sombra.... Com muita freqüência! Por duas vezes quase fui atropelado porque minha atenção foi desviada pela... Assombração? Sei la... Não sabia explicar o que estava acontecendo. O tempo todo aquela imagem vinha a minha mente... Ou a minha frente... Era confuso... Eu... Estava perdendo o sentido da realidade. Aquilo contrariava qualquer noção de lógica da qual a conhecemos.
E mais dias... Comecei a sonhar com minha falecida mãe. No sonho, ela tentava me contar algo... Não sei exatamente o que era, mas uma palavra era repetido várias vezes. Ternurinha. Porque ternurinha? Porque minha falecida mãe me falava o diminutivo de ternura? Ela nunca se referiu a mim e nem a ninguém que eu conheço desta maneira. O que ela estava tentando me dizer?
Eu sabia que havia alguma ligação com a moça das minhas visões. Eu sabia que a palavra “ternurinha” estava ligada à moça das minhas visões... Mas não entendia...
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Sempre.... O amor.

Escrito por Heliomar Melo

sexta-feira, 13 de maio de 2011

PÉTALAS DE ROSAS VERMELHAS

Um lindo buquê de rosas vermelhas estava em minhas mãos ... Quem estava me dando as rosas... Com certeza não sabia... Não sabia que rosas vermelhas me faz sofrer. Quem as vendeu teve todo o cuidado de enfeita -las com gotículas de água. Meus olhos adentraram no orvalho daquelas rosas que estavam nas minhas mãos, me levando a um passado distante do qual eu queria esquecer.
Eu era apenas mais uma menina no sertão nordestino. Aquele longo período de seca nos castigava. Quantas e quantas vezes perguntei a Deus porque tínhamos que sofrer tanto! Que mal fizemos? Meu grande sonho era ir embora! Ir para um lugar e viver com um mínimo de dignidade. Nenhum ser humano merece tanto sofrimento.
Minha mãe fazia serviços autônomos numa fazenda um pouco distante da nossa casa. O dinheiro não era suficiente para as despesas. Ela era um pouco amarga... Era sofrida...
Com a morte do meu pai... Ela teve que sustentar a mim e minha irmã sozinha. Várias vezes comíamos apenas palmas! Isso mesmo, comíamos a comida dos animais! Também fazíamos farofa de formiga. Tirávamos a parte de trás da formiga e fazíamos uma deliciosa farofa.
Dois anos após a morte de papai, mamãe resolve se casar novamente. Ela não conseguia nos criar sozinha. Ela dizia que precisava de alguém para ajudá- la. Meu padrasto entrou na nossa casa e tudo parecia tranqüilo. Ele me deu de presente uma roseira linda! A plantei num lugar especial ao lado da casa. Cuidei daquela roseira como se fosse minha vida! Aquela roseira, para mim, era um símbolo de esperança... Era meu elo com algo maravilhoso que iria me acontecer! Era dessa maneira que eu via a roseira. Eu c ................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. Todas as rosas da nossa vida....

(Comecei a ouvir a historia dessa brava mulher, achei interessante. Combimos p que ela me conta toda a historia. Sabia sobre... Ela ter sido molestada mas nao sabia por quem! Na pressa acabei criando por conta propria o seu agressor. Dias apos, ela me contou toda sua historia.Muito diferente dessa historia. Todo meu carinho a essa mulher de fibra e de bem com vida! )

Escrito por Heliomar Melo

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O ÚLTIMO ANUNNAKI

Sou talvez o último dos Anunnakis. Viemos para Tiamat,( terra) há mais de 500 mil anos atrás. Nossa cultura foi difundida pelos povos Sumerianos que já habitavam a antiga mesopotâmia hoje, o Iraque. Os sumérios já sabiam que existíamos . Eles narraram em sua mitologia sobre o décimo segundo planeta no sistema solar. Esse planeta se chama Nibiru. Tem a maior órbita do sistema solar. 3.600 anos é o tempo do seu ciclo solar. Ou seja, de 3.600 em 3.600 anos o planeta Nibiru entra no sistema solar, já que também faz parte dele. Éramos alienígenas auto-suficientes. Segundo meus ancestrais, vivíamos em paz até que numa colisão com um asteróide quase exterminou nossa raça. Fomos atraídos pela órbita terrestre. Colidimos com marte e causamos o que todos já sabem. . Em seguida colidimos com tiamat, terra. Fragmentos da colisão formou a lua. Parte do meu povo conseguiu sobreviver. Parte do nosso planeta ficou na terra e a maior parte voltou para sua órbita normal. Tínhamos outra forma. Mas quando interagimos com os terrestres... Nossa raça foi sendo ... Modificada. Não conseguimos viver muito tempo na atmosfera terrestre . Por isso não estamos mais vivos. Não na forma terrestre. Todos os anunnakis estão mortos aqui na terra. Mas... Como temos uma capacidade maior, nos mantemos vivos no mundo dos mortos. Nossos espíritos continuam vivos. Claro que depende dos fatores que narrarei La embaixo.
Os sumérios nos chamavam de , os deuses astronautas da Suméria por causa da nossa tecnologia. Aproveitamos suas crença e medos para escravizá-los. Construimos pirâmides... Muitos monumentos ... Nossas pirâmides são admiradas até hoje!
Aos poucos fomos sendo eliminados pela atmosfera terrestre. ...............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
(Obs.: Sobre os dedos: Eu estava dormindo quando tive a sensação que alguém segurava meu dedo anelar. Se foi sonho... Nao sei. Mas parecia real!rsrsr ///Fiz pesquisas na internet sobre os Anunnakis e os sobre os Sumerios. Povos sumerianos que viveram na antiga mesopotâmia. Hoje Iraque. Sobre serem fantasmas... Terem sido transformados em mitos... Tudo isso é fictício.Os anunnakis, fazem parte da MITOLOGIA dos povos sumerianos.)


Escrito por Heliomar Melo

domingo, 13 de março de 2011

NOSSAS OUTRAS VIDAS

Entrei por um enorme portão.. La na frente, debaixo de uma árvore de médio porte me sentei. Todos se acomodaram. Escondíamos na sombra da árvore. Me contorcí para trás e pude ver la no fundo, uma imensa árvore frondosa... Majestosa... Meu encanto pela árvore foi interrompido por alguém no grupo que me chamava a atenção. Uma moça começou a rezar. Era missa de sétimo dia do falecimento do meu herói... Do meu pai. Não sei se estava triste ou aliviado. Passei 30 dias com ele antes de ele morrer. Ele sentia dores o tempo todo! Eu não podia fazer nada! Todas as noites eu o ouvia esmurrar as pernas num sinal de raiva pelas dores que sentia . Acho que ele tinha vergonha de chorar. Os gemidos... Cruzavam a noite. Me sentia impotente. Uma das pessoas que mais amava na minha vida estava ali, perto de mim, sofrendo e eu não podia fazer nada! Agora ele não sente mais as terríveis dores. Ja passei por muitas experiências ruins mas aquela....
Meus pensamentos cessaram com um canto insistente de dois pássaros da árvore la atrás! O ritual católico continuou. Um pequeno grupo de pessoas se esforçava para atenuar nossa dor. Eu minha mãe e meus irmãos estávamos de mãos dadas. Cânticos lindos confortava meu coração . Os pássaros... Agora cantavam na rede elétrica ao lado direito. Parecia que eles queriam chamar minha atenção. um passado distante. Tudo que a moça lia... Me lembrava exatamente o foi dito quando meu grande rei Tutancâmon................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
“Pai, sei que tivemos desavenças... Mas o amor um pelo o outro sempre foi recíproco! Esteja onde estiver, te amarei eternamente! Obrigado por tudo! Descanse em paz!!”
(Obs.: Essa é minha homenagem (meio torta) ao meu herói favorito: Manoel de Fátima de Melo, seu Nenê Prefeito de Sta. Tereza de Goiás-Go. Meu pai de verdade. O perdi dia 03.03.11 // Meu pai é católico.Respeito sua religião.Descanse em paz meu pai!!)

Escrito por Heliomar Melo

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

SENTINELAS DA ILHA

Recuperávamos da nossa grande tragédia. So restaram eu, minha esposa e meu menino mais velho. Perdemos tudo. Minha mãe, dois outros filhos , minha sogra. Toda minha família foi soterrada num desmoronamento na região serrana. Lágrimas... Não havia mais lágrimas. Todo nosso patrimônio foi por água abaixo. Naquela madrugada, tentei salva-los mas não consegui!! Fragmentos de mim... Ainda tento inutilmente juntar.
Meses depois da tragédia, estávamos recuperando. Não estava fácil morar na cidade grande. A violência era constante. Eu temia pela segurança da minha família. Morávamos num bairro muito pobre e violento do subúrbio.
Além das terríveis lembranças da tragédia daquele dia infernal, ainda era incomodado com assustadores sonhos........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Ilhas e muralhas da vida.

Escrito por Helio mar Melo
Minha foto
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Escrevo com a emocao e com o coracao. Bem Vindo a Minha Mente!!