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sexta-feira, 29 de junho de 2012

UMA GAIVOTA NO CÉU

Quando acordei, estava sentado ao pé de um coqueiro na praia do Leme, bairro colado a Copacabana. Estava com roupas rasgadas... Barba por fazer... Cabelo embaraçado.. . Parecia um mendigo. Olhava a minha volta tentando entender o que estava acontecendo. Por mais que eu tentasse... Não conseguia lembrar de nada! Nada! Vasculhei minha mente e nada estava la! Enquanto tentava lembrar de alguma coisa... Meus olhos ficavam maravilhados com o par de olhos azuis não muito amistosos que estavam a minha frente. Aquela linda mulher... Cabelos loiros encaracolados e embaraçados... Ela não sabia, ela não tinha consciência da sua beleza. Eu... Eu ficava olhando pra ela e ao mesmo me perguntando se eu não estava morto e aquilo tudo não seria o paraíso.... Enquanto ela cuidava dos meus ferimentos... Eu analisava cada centímetro do seu corpo bronzeado. Ficava imaginando o que teria acontecido com ela para ela ter virado uma mendiga. Esse novo mundo é cheio de mistérios. Por mim... Ficaria ali sentado... Sendo cuidado por aquela linda mulher. A sensação de paz... Tranquilidade... Era tão boa... Tão boa... Sinto como quem saiu de mundo que estava guerra... E do nada apareceu aqui, nesse paraíso. próximo ao mar. Perguntei a ele porque ele me chamou pelo nome de Antonio. Ele me olhou... Olhou como quem procura alguém. Ficamos um tempo calados. Depois de um tempo... Ele começa a me falar do Sr Antonio. Ele conta que o Sr Antonio é o dono de uma grande rede hoteleira de Copacabana. Ele disse que Sr Antonio havia morrido num acidente de carro. O tempo todo o rapaz me olhava tentando me reconhecer. Ele não tinha certeza absoluta que eu era o tal milionário. ...............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
Sempre a ganância...

(historia fictícia, qualquer semelhança é mera coincidência.)

Escrito por Heliomar Melo

quarta-feira, 13 de junho de 2012

ÁRVORES QUE CHORAM

Éramos uma família feliz. Apesar dos problemas... Éramos felizes. Eu e as crianças íamos com certa frequência ao analista. Tínhamos... Problemas... Não sei como explicar com exatidão, mas vinha acontecendo com minha família desde que eu era uma adolescente. Com meus dois filhos... A coisa se repete e com mais intensidade. Tentei de todas as maneiras ignorar o assunto mas... Não consegui. Meu marido é muito paciente. Se não fosse por ele... Nem sei se conseguiria aguentar essa situação.
Comigo acontecia um sonho insistente que quase me deixava louca! Sempre o mesmo sonho! Sonho com uma cabana bem simples com chão de terra. No sonho, lembrava tão perfeitamente de detalhes da cabana como se realmente eu tivesse vivido nela. Mesmo depois que acordava, podia jurar que conhecia aquela cabana dos meus sonhos! Sempre ficava impressionada com esses sonhos. Meu marido sempre dizendo que era besteira minha... E eu? Não. Eu sabia que havia algo errado com os sonhos perturbadores! Era como se algo tivesse acontecido na cabana dos meus sonhos. No fundo eu sabia que a cabana era a chave dos problemas que minha família enfrentava. Ignorei isso por muito tempo.
O menino, meu filho, sonhava com cobras. As vezes, mesmo durante o dia, ele assustava dizendo que estava vendo cobras! Ele sempre disse que sonhava com uma casa entre duas cobras. Não fazia sentido! Percebia que ele sofria com esse insistente sonho... Aparição... Sei la o que! Para acalmá-lo, eu ate mentia dizendo que eram sonhos / visões sem importância. Na verdade eu sabia que era herança da maldição da minha família. Estava passando para outra geração.
A menina, minha filha, também com problemas com os sonhos. A menina chorava com muita frequência. Ela sempre acordava dizendo que as árvores choram. Ela não entendia porque as árvores choravam em seus sonhos /pesadelos.
Minha irmã também tinha os mesmos problemas na família dela. ................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. Lembranças de outras vidas.

Escrito por Heliomar Melo

(historia fictícia, qualquer semelhança é mera coincidência. Foi inspirada a partir de um sonho que tive. Tudo é fruto da minha imaginação. Ate pensei que a historia ficaria parecida com o filme: Minha vida na outra vida. Fiz de tudo para a historia Não lembrar nada do filme.)
Minha foto
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Escrevo com a emocao e com o coracao. Bem Vindo a Minha Mente!!